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Lição 11: O Pai e o Espírito Santo

Lição 11: O Pai e o Espírito Santo

1º Trimestre de 2026 • Lições Bíblicas CPAD • Adultos
Data: 15 de março de 2026
TEXTO ÁUREO
“Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.” (Rm 8.14)
VERDADE PRÁTICA
O Espírito Santo nos liberta da escravidão do pecado, confirma nossa filiação em Cristo e nos conduz à herança eterna planejada pelo Pai.
LEITURA DIÁRIA
Segunda — Rm 8.15 O Espírito nos livra do temor e nos torna filhos por adoção
Terça — Jo 1.12 Os que creem em Cristo recebem o direito de serem feitos filhos de Deus
Quarta — Gl 4.6 Deus envia o Espírito de seu Filho ao coração dos regenerados
Quinta — Ef 1.13,14 O Espírito Santo é o penhor da nossa herança eterna
Sexta — Rm 8.17 Somos herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo
Sábado — 1 Pe 1.3,4 A herança do crente é incorruptível e guardada nos céus
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Romanos 8.12-17; Gálatas 4.1-6
Romanos 8:12 — De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne,
Romanos 8:13 — porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
Romanos 8:14 — Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.
Romanos 8:15 — Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
Romanos 8:16 — O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
Romanos 8:17 — E, se nós somos filhos, somos, logo, herdeiros também, herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.
Gálatas 4:1 — Digo, pois, que, todo o tempo em que o herdeiro é menino, em nada difere do servo, ainda que seja senhor de tudo.
Gálatas 4:2 — Mas está debaixo de tutores e curadores até ao tempo determinado pelo pai.
Gálatas 4:3 — Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão debaixo dos primeiros rudimentos do mundo;
Gálatas 4:4 — mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,
Gálatas 4:5 — para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.
Gálatas 4:6 — E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.
HINOS SUGERIDOS
18, 46, 126 da Harpa Cristã.
PLANO DE AULA
1. INTRODUÇÃO
A relação entre o Pai e o Espírito Santo na obra da salvação nos mostra como a Trindade atua em favor do crente. O Espírito Santo não apenas nos livra da escravidão do pecado, mas confirma nossa identidade como filhos adotivos de Deus e nos conduz à herança eterna que o Pai preparou. Estudar essa ação conjunta é compreender que a vida cristã é marcada por libertação, filiação, direção e promessa eterna.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Mostrar que o Espírito Santo nos liberta da escravidão do pecado e confirma nossa filiação em Cristo; II) Explicar que o Espírito Santo guia o crente na vontade do Pai; III) Destacar que a Trindade nos conduz à herança eterna.
B) Motivação: Na caminhada cristã, podemos enfrentar dúvidas sobre identidade e futuro. A Palavra, porém, nos assegura que somos filhos adotivos de Deus, guiados pelo Espírito e herdeiros da glória eterna em Cristo. Essa certeza deve encher nosso coração de confiança e esperança.
C) Sugestão de Método: Divida a classe em duplas. Cada dupla receberá uma das passagens-chave da lição (Rm 8.14-17; Gl 4.4-6; Ef 1.13,14). Eles devem ler juntos, identificar a principal promessa do texto e compartilhar em poucas palavras como essa verdade se aplica na vida cristã hoje. Depois, cada dupla apresenta resumidamente sua conclusão. O professor organiza as respostas no quadro em três colunas: Libertação – Filiação – Herança. Finalize mostrando que o Pai e o Espírito Santo agem em perfeita harmonia para que o crente viva essas três realidades.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: O Espírito Santo é a dádiva do Pai, que nos torna filhos, confirma nossa identidade, guia nossa vida e nos garante a herança eterna em Cristo. A Igreja deve viver na plena consciência dessa filiação, confiando que não somos mais escravos, mas herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo.
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 104, p.42, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “O Espírito de seu Filho, que clama: Abba, Pai”, localizado depois do primeiro tópico, aponta para a reflexão a respeito do Espírito e das dádivas de Deus; 2) O texto “Guiados pelo Espírito de Deus”, ao final do segundo tópico, aprofunda o tema do papel do Espírito em nos guiar na vontade do Pai.
INTRODUÇÃO
A ação do Espírito Santo na vida do crente é um dom do Pai e do Filho. Ele nos tira da escravidão do pecado, confirma nossa filiação em Cristo e nos assegura a herança prometida. Essa é uma obra trinitária que nos transforma por completo: da condenação à comunhão, e da carne à glória eterna. Nessa lição, veremos como o Pai e o Espírito agem conjuntamente para garantir nossa adoção como filhos e herdeiros de Deus.
Palavra-Chave
FILIAÇÃO
I. O ESPÍRITO E AS DÁDIVAS DO PAI
1. Da escravidão à filiação.
A Escritura revela que o salvo não vive sob o domínio do “espírito de escravidão” (Rm 8.15a). Essa expressão (gr. pneüma douleía) aponta para o estado de servidão ao pecado e ao medo da punição que caracterizava a vida antes da conversão (Gl 3.10; 4.3). A Lei, embora santa, não pôde produzir liberdade (Rm 7.12,13), ela revela o pecado, mas não concede poder para vencê-lo (Rm 3.20). Entretanto, sob a graça divina, o crente recebe o “Espírito de adoção” (Rm 8.15b). Essa frase (gr. pneüma huiothesía) aponta para a nova identidade em Cristo, um vínculo de afeto e de perdão (Gl 4.4-5). Não somos mais escravos, mas filhos (1 Jo 3.1). Essa filiação nos livra do medo e do poder do pecado, e nos convida à comunhão com o Pai (Gl 5.1; 1 Jo 5.18).
2. Da rebeldia a filho legítimo.
Antes da regeneração, éramos espiritualmente rebeldes (1 Co 12.2). Mas, por meio da graça, fomos transformados, e assim: “O Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16). Essa declaração refere-se a uma nova posição espiritual e jurídica (Jo 1.12). O Espírito opera a adoção e confirma interiormente essa verdade, dando testemunho direto ao coração do crente (2 Co 1.22). Os privilégios dessa dádiva incluem: o direito de chamar a Deus de Pai: “pelo qual clamamos: Aba, Pai” (Rm 8.15c), em que o aramaico Abba é a forma carinhosa para “papai”, e indica que em Cristo temos íntimo e livre acesso ao Deus Todo-Poderoso (Ef 2.18). Outro benefício do filho tornado legítimo é que ele se torna herdeiro de toda a riqueza do seu Pai adotivo (Ef 1.11).
3. Das trevas à plenitude do Espírito.
Noutro tempo, vivíamos em trevas espirituais (Ef 5.8). As “trevas” simbolizam pecado e separação de Deus (Cl 1.13). A transição das trevas para a luz é um ato gracioso do Pai (1 Pe 2.9). O sinal dessa nova vida é a presença do Espírito: “porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” (Gl 4.6). O envio do Espírito é a prova da adoção do crente como filho legítimo (Rm 8.9,14-16). A expressão “Espírito de seu Filho” aponta para a missão do Espírito em continuar a obra de Cristo (Jo 15.26; 16.14; Fp 1.19). E, assim como Jesus orava “Aba, Pai” (Mc 14.36), o crente é capacitado a ter comunhão com Deus. Aquele que andava em trevas e ignorância espiritual, agora vive em plena luz, guiado pelo Espírito (Rm 8.14).
SINOPSE I
O Espírito Santo nos liberta da escravidão e confirma nossa filiação em Cristo.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

O ESPÍRITO DE SEU FILHO, QUE CLAMA: ABA, PAI

“Como os seguidores de Cristo são agora filhos de God, eles têm um novo ‘tutor’ (v. 2) — isto é, não a lei ou a iniciativa humana, mas o Espírito de Deus (cf. Rm 8.9). Uma das tarefas do Espírito Santo é criar nos filhos de Deus um sentimento de amor filial (isto é, relativo aos pais ou à família), que os leva a conhecer a Deus como seu Pai. (1) A palavra ‘Aba’ é aramaica (Abba) e significa ‘Pai’. Era a palavra usada por Jesus quando se referia ao seu Pai celestial. A combinação da palavra aramaica ‘Aba’ com a palavra grega para ‘pai’ (patér) expressa a profundidade da intimidade, a emoção intensa, o calor e a confiança com que o Espírito Santo nos ajuda a nos relacionar com Deus e a clamar a Ele (cf. Mc 14.36; Rm 8.15,26,27). Dois sinais seguros da obra do Espírito em nós são: o clamor espontâneo e voluntário a Deus como ‘Pai’, e a obediência natural e de bom grado a Jesus como ‘Senhor’. (2) Embora todos os fiéis seguidores de Cristo tenham o Espírito Santo habitando dentro de si (Rm 8.9-11; 1Co 6.15-20; 2Co 3.3; Ef 1.13; Hb 6.4; 1Jo 3.24; 4.13), nesta passagem Paulo também pode estar se referindo ao batismo no Espírito Santo e à bênção de ser continuamente cheio dEle (cf. At 1.5; 2.4; Ef 5.18). Afinal, Deus faz do nosso relacionamento com Ele, como filhos, a razão para o envio do Espírito. Como já somos filhos pela fé em Cristo, Deus envia o Espírito aos nossos corações” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.2161).

II. O ESPÍRITO NOS GUIA NA VONTADE DO PAI
1. Os filhos são guiados pelo Espírito.
Paulo explica que a marca de um filho de Deus não é a filiação nominal, mas uma vida conduzida pelo Espírito: “porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus” (Rm 8.14). O verbo “guiados” (gr. ágontai) está no tempo presente passivo, indicando que os crentes são continuamente orientados pelo Espírito, como alguém que é levado pela mão (1 Jo 2.27). Isso significa que são instruídos pelo Espírito, no caminho do Pai, em todo o curso da vida (Jo 16.13). Essa direção do Espírito se opõe à inclinação da carne (Gl 5.16). Tal orientação não é forçada, mas fruto da habitação do Espírito no coração regenerado (Rm 8.9). Como filhos, não fomos deixados órfãos (Jo 14.18); o Espírito aponta a direção e anda conosco no caminho (1 Co 6.19).
2. O Espírito opera a mortificação da carne.
A Bíblia apresenta a mortificação da carne como um princípio da vida cristã: “se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (Rm 8.13b). O termo “mortificardes” (gr. thanatóõ) significa fazer morrer, sufocar algo até que perca sua força. Diz respeito a necessidade de o crente subjugar os desejos pecaminados. O texto afirma que é “pelo Espírito” que essa obra é realizada. Ele é o agente divino que capacita o salvo a vencer a carne. Porém, o papel do crente não é ser passivo. Devemos andar em Espírito (Gl 5.16), despir-se do velho homem (Ef 4.22), crucificar a carne (Gl 5.24), e nos santificar diariamente (Cl 3.5; 1 Ts 4.3). A ação do Espírito não apenas mostra o erro, mas transforma a vontade e fortalece o crente contra o pecado (Rm 6.14).
3. O Espírito age conforme o plano do Pai.
O plano da redenção é uma obra trinitária: “vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho […] para remir os que estavam debaixo da lei […] a fim de recebermos a adoção de filhos. […] Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” (Gl 4.4-6). Esse texto enfatiza que o Pai enviou o Filho “na plenitude dos tempos”, isto é, no tempo por Deus escolhido (Gl 4.4a); o Filho foi enviado para o resgate dos pecadores (Lc 19.10); e o Espírito para nos transformar em filhos legítimos (Rm 8.16). Desse modo, o Pai é o autor do plano de salvação (1 Jo 4.14); o Filho é o executor da redenção (Hb 9.12); e o Espírito é o aplicador da adoção (Ef 1.5). Essa verdade revela a perfeita harmonia na Santíssima Trindade.
SINOPSE II
Os filhos de Deus são guiados pelo Espírito na vontade do Pai.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

GUIADOS PELO ESPÍRITO DE DEUS

“O Espírito Santo vive dentro de um verdadeiro filho de Deus e seguidor de Cristo para ajudá-lo a pensar, falar e agir em conformidade com os mandamentos, princípios, instruções, diretrizes, padrões, normas e exemplos da Palavra de Deus. (1) Ele guia, basicamente, por impulsos internos — isto é, desejos, motivações e inspirações dentro do espírito de uma pessoa — que têm o propósito de orientar o cristão em sua vida diária. Esses impulsos internos do Espírito Santo (a) nos ajudam a seguir e realizar os propósitos de Deus e superar e vencer as tendências pecaminosas da nossa natureza humana (v. 13; Fp 2.13; Tt 2.11-12) […]. Quando seguimos a orientação do Espírito Santo e permanecemos em um relacionamento correto com Jesus, o Espírito nos dá a confiança de que somos filhos de Deus (v. 15). Ele nos torna conscientes de que Jesus continua a nos amar e de que é o nosso constante mediador no céu (cf. Hb 7.25). O Espírito também nos mostra que Deus Pai nos ama como seus filhos adotivos, não menos do que ama o seu Filho Unigênito (Jo 14.21,23; 17.23)” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.2039)

III. A TRINDADE NOS CONDUZ À HERANÇA ETERNA
1. Herdeiros de Deus por adoção.
A doutrina da herança é inseparável da adoção. Paulo apresenta um dos benefícios da filiação: “se nós somos filhos, somos, logo herdeiros […] herdeiros de Deus” (Rm 8.17a). O termo “herdeiro” (gr. klêronómos) é utilizado no contexto legal para indicar que os adotados passam a ter pleno direito sobre os bens do Pai. Essa herança não é mérito, mas é recebida por adoção graciosa (Ef 1.5). É uma obra trinitária perfeita: O Pai planeja e garante a herança (Ef 1.11), o Filho a conquista na cruz (1 Pe 1.18,19); e o Espírito é a garantia dessa herança (Ef 1.13-14). A herança inclui as bênçãos já recebidas, entre elas, a salvação e a justificação (Rm 5.1; Ef 2.8); e, também as promessas futuras, tais como a vida eterna e a glorificação (Rm 6.23; 8.30).
2. Coerdeiros de Cristo por filiação.
A filiação nos associa ao Filho Primogênito como “coerdeiros de Cristo” (Rm 8.17b). Essa frase significa que compartilhamos com Ele a mesma herança. O Filho reparte com seus irmãos redimidos aquilo que recebeu como herança eterna (Ap 3.21). Essa herança não é de posses materiais, mas é gloriosa, incorruptível e incontaminável (Jo 17.24; 1 Pe 1.4). Porém, ser coerdeiro de Cristo, não significa apenas desfrutar da glória, mas também participar de seus sofrimentos (2 Tm 2.12). Isso confirma que a vida revela que essas aflições têm propósito eterno (Rm 8.18). A glória futura é certa, mas a cruz precede a coroa. Nosso chamado não é apenas para ser salvo, mas para ser moldado conforme o Filho, e isso inclui as marcas da cruz (Gl 6.17).
3. O Pai administra o tempo da herança.
Paulo descreve a condição espiritual do homem antes da plena revelação de Cristo: “todo o tempo que o herdeiro é menino […] está debaixo de tutores e curadores até ao tempo determinado pelo pai” (Gl 4.1,2). Essa metáfora ilustra o período da Antiga Aliança, em que Israel, apesar das promessas, ainda não havia recebido a herança (Gl 4.3). Indica que o Pai celestial é quem administra o momento do acesso à posse da herança (Gl 4.4). Ele tem o controle do tempo oportuno e exato (gr. kairós) não só para o advento do Messias, mas também para a outorga das promessas e da herança eterna na vida de cada crente (Ec 3.1). Portanto, o crente deve confiar que Deus sabe o tempo certo para conceder cada porção da sua promessa a cada um de seus filhos (Rm 8.28).
SINOPSE III
A Trindade nos conduz à herança incorruptível e eterna.
CONCLUSÃO
O Espírito Santo é a dádiva do Pai celestial e de seu Filho Jesus Cristo. O Espírito nos torna filhos por adoção, herdeiros com Cristo, habita em nós, orienta e santifica o crente. A Igreja deve viver sob essa consciência: pertencemos ao Pai, guiados pelo Espírito, glorificando ao Filho.
REVISANDO O CONTEÚDO
1. O que significa a expressão “Aba, Pai” e o que ela indica?

O aramaico Abba é a forma carinhosa para “papai”, e indica que em Cristo temos íntimo e livre acesso ao Deus Todo-Poderoso (Ef 2.18).

2. Como a ação do Espírito opera a mortificação das obras da carne?

Diz respeito a necessidade de o crente subjugar os desejos pecaminosos.

3. Explique o papel de cada Pessoa da Trindade no Plano de redenção.

O Pai é o autor do plano de salvação (1 Jo 4.14); o Filho é o executor da redenção (Hb 9.12); e o Espírito é o aplicador da adoção (Ef 1.5).

4. O que significa o termo “herdeiro” no contexto da filiação espiritual?

O termo “herdeiro” (gr. klêronómos) é utilizado no contexto legal para indicar que os adotados passam a ter pleno direito sobre os bens do Pai.

5. Quais são as consequências de ser coerdeiro com Cristo?

Compartilhamos com Ele a mesma herança; recebemos do Filho a herança eterna; essa herança é gloriosa incorruptível e incontaminável (Jo 17.24; 1 Pe 1.4).

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