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Lição 12: O Filho e o Espírito

Lição 12: O Filho e o Espírito

1º Trimestre de 2026 • Lições Bíblicas CPAD • Adultos
Data: 22 de março de 2026
TEXTO ÁUREO
“E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.” (Lc 1.35)
VERDADE PRÁTICA
O Filho de Deus cumpriu seu ministério em plena dependência do Espírito, revelando que a Obra redentora é trinitária: o Pai envia, o Filho obedece e o Espírito capacita.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Lc 1.35 A concepção de Jesus foi obra sobrenatural do Espírito
Terça – Jo 1.14 O Filho Eterno se encarnou em perfeita submissão ao plano trinitário
Quarta – Jo 16.14 O Espírito não busca glória própria, mas revela e exalta o Filho
Quinta – Mt 12.28 Os milagres de Jesus foram realizados no poder do Espírito
Sexta – At 10.38 O Espírito capacitou Jesus em toda a sua missão terrena
Sábado – Lc 1.38 Maria é modelo de fé e submissão à vontade de Deus
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 1.26-38
Lucas 1:26 — E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré,
Lucas 1:27 — a uma virgem desposada com um varão cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria.
Lucas 1:28 — E, entrando o anjo onde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres.
Lucas 1:29 — E, vendo-o ela, turbou-se muito com aquelas palavras e considerava que saudação seria esta.
Lucas 1:30 — Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus,
Lucas 1:31 — E eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.
Lucas 1:32 — Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai,
Lucas 1:33 — e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu Reino não terá fim.
Lucas 1:34 — E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, visto que não conheço varão?
Lucas 1:35 — E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.
Lucas 1:36 — E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril.
Lucas 1:37 — Porque para Deus nada é impossível.
Lucas 1:38 — Disse, então, Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.
HINOS SUGERIDOS
25, 154, 401 da Harpa Cristã.
PLANO DE AULA
1. INTRODUÇÃO
Desde a concepção milagrosa do Filho até a sua glorificação, o Espírito está presente, revelando que a obra redentora é trinitária. Nesta lição, veremos como o Espírito Santo agiu na concepção, capacitação e missão de Jesus, e como essa verdade se aplica à nossa vida cristã.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Mostrar que a concepção de Jesus foi obra sobrenatural do Espírito Santo; II) Explicar que Jesus viveu e realizou seu ministério em plena dependência do Espírito; III) Destacar que a obra da salvação é trinitária e exige do crente fé e submissão.
B) Motivação: Se até o Filho de Deus escolheu viver em dependência do Espírito Santo, quanto mais nós precisamos dessa mesma capacitação em nossa caminhada cristã.
C) Sugestão de Método: Inicie a aula escrevendo no quadro três expressões: Concepção – Capacitação – Cooperação. Peça que os alunos digam rapidamente o que cada palavra lhes faz lembrar na vida de Jesus. Depois explique que essas três palavras resumem a relação entre o Filho e o Espírito: 1) Concepção: o Espírito foi o agente da encarnação (Lc 1.35); 2) Capacitação: Jesus realizou milagres e ensinou pelo poder do Espírito (Mt 12.28); 3) Cooperação: a Trindade age unida na salvação — o Pai envia, o Filho obedece e o Espírito capacita. Finalize incentivando os alunos a dependerem do Espírito em todas as áreas da vida cristã.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Jesus viveu em perfeita obediência ao Pai e na dependência do Espírito. Isso nos ensina que a vida cristã não se apoia apenas em esforço humano, mas no agir do Espírito Santo.
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Essa revista traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 104, p.42, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “Concepção e Batismo”, localizado depois do primeiro tópico, aponta para a reflexão a respeito do papel do Espírito Santo na concepção virginal de Jesus Cristo; 2) O texto “Jesus e a Obra do Espírito”, ao final do segundo tópico, aprofunda o tema do relacionamento de Jesus com o Espírito Santo.
INTRODUÇÃO
O plano da salvação é uma ação coordenada pela Santíssima Trindade. Desde a concepção do Filho, sua obra redentora no Calvário e a ressurreição dentre os mortos, o Pai, o Filho e o Espírito atuam em perfeita unidade. Essa lição revela como o Espírito Santo participa ativamente da encarnação, capacitação e exaltação do Filho, e mostra a resposta esperada do crente à obra de Redenção.
Palavra-Chave
DEPENDÊNCIA
I – O ESPÍRITO E A CONCEPÇÃO DO FILHO
1. O anúncio do nascimento de Jesus.
Lucas registra que o anjo Gabriel foi enviado por Deus à cidade de Nazaré, na Galileia (Lc 1.26). O mensageiro visita uma jovem chamada Maria (Lc 1.27) e lhe faz uma revelação surpreendente: “E eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho” (Lc 1.31a). E, ainda, lhe diz o nome da criança: “pôr-lhe-ás o nome de Jesus” (Lc 1.31b). Gabriel, também declara que o menino “será chamado Filho do Altíssimo” (Lc 1.32). Maria demonstra perplexidade, não entende como isso poderia acontecer, uma vez que era virgem (Lc 1.34). A esse respeito o anjo lhe assegura: “para Deus nada é impossível” (Lc 1.37). Na sequência, o texto afirma que ela creu e, na mais completa confiança e submissão declarou: “Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1.38).
2. O Espírito como agente da concepção.
A explicação que o anjo faz a Maria, de como seria a concepção, é singular e miraculosa: “descerá sobre ti o Espírito Santo” (Lc 1.35a). A resposta é expressa por meio de uma figura de linguagem, em que a segunda linha repete a ideia da primeira. Assim, o “Espírito Santo” está vinculado à “virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra” (Lc 1.35b). Como já estudado, a sombra refere-se à presença de Deus (Êx 40.35), reporta-se à nuvem da presença divina na transfiguração (Lc 9.34), e sinaliza o poder criativo do Espírito de Deus (Gn 1.2; Sl 104.30). Logo, reitera-se que a sombra do Espírito é protetiva e criadora. Desse modo, elucida o anjo, a concepção será obra do Espírito Santo pelo poder do Altíssimo, e por isso, “será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35d).
3. A pureza e a santidade do Filho.
O anjo afirma que o Filho que nasceria de Maria seria “Santo” (Lc 1.35c). A palavra “santo” (gr. hágios) indica separação do pecado e consagração ao serviço divino. No caso de Jesus, designa um atributo divino (Sl 99.9). Ele já nasceu santo, assumiu a carne, mas não o pecado (Hb 4.15). Ele é o segundo Adão, obediente e justo (Rm 5.19). O Espírito também O consagrou para ser o Cordeiro sem defeito e imaculado (1 Pe 1.19). A santidade do Filho é a base de nossa redenção, justificação e santificação. Somente Ele foi capaz de cumprir a Lei (Mt 5.17); e de oferecer-se como sacrifício perfeito (Hb 10.10). Assim como Jesus foi concebido pelo Espírito, os crentes também nascem espiritualmente pelo mesmo Espírito, que nos santifica à imagem do Filho (Rm 8.29).
SINOPSE I
A concepção de Jesus foi sobrenatural, realizada pelo Espírito Santo, revelando a santidade do Filho.
AMPLIANDO O CONHECIMENTO

O ESPÍRITO OPEROU NO NASCIMENTO DE JESUS

“Tanto Mateus quanto Lucas declaram, claramente e de forma inequívoca, que Jesus entrou neste mundo como resultado de um ato miraculoso de Deus. Ele foi concebido pelo Espírito Santo (ou seja, sem que tenha havido uma união sexual entre um homem e uma mulher), e nasceu de uma virgem, chamada Maria (Mt 1.18,23; Lc 1.27).” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a obra Bíblia de Estudo Pentecostal: Edição Global, editada pela CPAD.

AUXÍLIO TEOLÓGICO

CONCEPÇÃO E BATISMO

“Jesus está em profundo relacionamento com a terceira Pessoa da Trindade. Já de início, o Espírito Santo leva a efeito a concepção de Jesus no ventre de Maria (Lc 1.34,35). O Espírito Santo veio sobre Jesus no seu batismo (Lc 3.21,22). Nessa ocasião, o relacionamento entre ambos assume um novo aspecto, que somente pela encarnação seria possível. Lucas 4.1 deixa claro que esse revestimento do Espírito Santo preparou Jesus para enfrentar Satanás no deserto e para a inauguração de seu ministério terrestre.

O batismo de Jesus tem desempenhado um papel crucial na cristologia, e devemos examiná-lo com profundidade. James Dunn argumenta que Jesus foi adotado como o Filho de Deus no seu batismo. Por isso, para Dunn, o significado de Lucas 3.22 é a iniciação de Jesus na filiação divina” (HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, pp.332-33).

II – O FILHO E A SUA RELAÇÃO COM O ESPÍRITO
1. O Filho é o Verbo feito carne.
Ao assegurar que o Verbo se fez carne, a Escritura revela o mistério do Filho (Jo 1.14). Porém, o Verbo não começou a existir em Maria, pois Ele é Eterno, anterior à criação, coigual com o Pai e o Espírito (Jo 1.1-3). Isso indica que, na plenitude dos tempos, o Verbo assumiu a natureza humana sem deixar de ser Deus (Gl 4.4). Ele submeteu-se, voluntariamente às limitações humanas, mas manteve a sua essência divina. Enquanto homem, Jesus não usou plenamente seus atributos divinos, exceto quando o Pai o permitia pelo Espírito (Lc 4.18,19; Jo 5.19; At 10.38). Dessa forma, a obra foi operada pelo Espírito Santo (Mt 1.20; Lc 1.35), demonstrando a perfeita harmonia entre o Filho e o Espírito na execução do plano redentor do Pai.
2. O Espírito capacita o Filho.
Embora sendo Deus, em seu ministério terreno, Jesus agia como homem cheio do Espírito. Cada palavra proferida (Jo 3.34), cada milagre realizado (Lc 5.17), cada demônio expulso (Lc 11.20) e cada perdão ministrado (Lc 5.24) eram o resultado de uma vida conduzida pelo Espírito Santo (Mt 12.28). Sua ação salvadora era guiada e sustentada pelo Espírito (Lc 4.18). Ele não veio com ostentação, mas em humildade, movido por compaixão divina (Fp 2.5-7). O Espírito lhe capacitava com sabedoria, inteligência, poder e direção (Is 11.2). Esse padrão mostra que até mesmo o Verbo encarnado escolheu depender do Espírito de Deus (Mt 4.1). É também um modelo para todo o verdadeiro cristão. Toda obra espiritual deve ser realizada no poder e na direção do Espírito (At 1.8).
3. O Filho e o poder do Espírito.
Como observado, o ministério de Jesus foi marcado pela dependência do Espírito. Isso não nega sua divindade, mas exalta sua humildade na encarnação. Seu batismo foi confirmado pelo Espírito e pela voz do Pai, como manifestação da Trindade (Lc 3.22). No deserto, pelo Espírito, venceu a tentação como o novo Adão (Mt 4.1; 1 Co 15.45). A unção do Espírito sustentou seu ministério (Mt 12.18-21). Seus milagres operados em comunhão com o Espírito revelaram o Reino de Deus (Mt 12.28). Em sua humanidade, submeteu-se ao Pai e agiu no poder do Espírito (Jo 6.38). A entrega na cruz e a vitória sobre a morte foram realizadas em cooperação com o Espírito (Rm 8.11; Hb 9.14). Assim, mesmo sendo Deus, viveu em plena obediência ao Pai e capacitado pelo Espírito.
SINOPSE II
Durante toda a sua vida terrena, Jesus viveu em plena dependência do Espírito Santo.
AUXÍLIO TEOLÓGICO

JESUS E A OBRA DO ESPÍRITO

“Jesus é a figura chave no derramamento do Espírito Santo. Depois de levar a efeito a redenção mediante a cruz e a ressurreição, Jesus subiu ao Céu. De lá, juntamente com o Pai, Ele derramou e continua derramando o Espírito Santo em cumprimento à promessa profética de Joel 2.28,29 (cf. At 2.23). Essa é uma das maneiras mais importantes de hoje conhecermos Jesus: na sua qualidade de Doador do Espírito.

A força cumulativa do Novo Testamento é bastante relevante. A cristologia não é apenas uma doutrina para o passado. E a obra sumo-sacerdotal de Jesus não é único aspecto da sua realidade presente. O ministério de Jesus, e de ninguém mais, é propagado pelo Espírito Santo no tempo presente” (HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, pp.333-34).

III – A TRINDADE E A MISSÃO REDENTORA
1. O Pai envia o Filho e o Espírito.
A salvação é iniciativa do Pai. Ele é a fonte de todo propósito redentor (Jo 3.16). O Pai envia o Filho ao mundo, não apenas como mensageiro, mas como oferta viva (Gl 4.4,5). O Filho, o Verbo Eterno, assume a carne para cumprir perfeitamente a Lei e tomar sobre Si a condenação do pecado (2 Co 5.21). O Espírito, por sua vez, não é agente passivo, mas ativo desde o princípio: Ele concebe o Filho no ventre de Maria (Lc 1.35), acompanha-O em cada passo do seu ministério (At 10.38), e aplica os méritos da redenção nos corações dos crentes (1 Co 2.10). Essa cooperação revela a atuação da Trindade no plano da salvação: o Pai decreta, o Filho executa e o Espírito aplica (1 Pe 1.2). A redenção é, portanto, uma expressão do amor trinitário em missão (1 Jo 4.9).
2. O Espírito revela e exalta o Filho.
João explica que a missão do Espírito não é atrair atenção para si, mas revelar e exaltar o Filho. Jesus Cristo afirmou: “Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.14). Esclarece-se que o Espírito não busca glória própria, mas dá testemunho do Filho (Jo 15.26). A direção do Espírito está, portanto, ligada principalmente à revelação do mistério da salvação, do Cristo crucificado e ressuscitado, que um dia voltará para buscar sua Igreja (1 Co 2.10). Assim, toda obra genuína do Espírito é profundamente cristocêntrica. Portanto, como Igreja, devemos discernir as manifestações espirituais à luz da Bíblia (1 Jo 4.1,2). Tudo o que não aponta para Cristo não procede do Espírito. Cristo é o centro da obra do Espírito (Jo 16.13).
3. A fé e a submissão do crente.
O plano da redenção, embora concebido e executado pela Trindade, requer uma resposta humana (Ef 2.8). Não somos agentes da redenção, mas somos seus recipientes e participantes (2 Co 5.18). Maria, ao ouvir a mensagem do anjo sobre a concepção milagrosa, mesmo sem entender plenamente, submeteu-se com fé (Lc 1.38). Sua resposta é um exemplo profundo da postura que todo crente deve assumir diante da obra trinitária, isto é, confiar com humildade e entrega total (Sl 37.5). Assim como o Filho se submeteu ao Pai e foi ungido pelo Espírito, também o crente é chamado a se colocar nas mãos de Deus, crendo que Ele é poderoso para fazer o impossível (Lc 1.37). A resposta que Ele espera de nós é fé (Hb 11.6), arrependimento (At 17.30) e obediência (Tg 1.22).
SINOPSE III
A obra da redenção é trinitária: o Pai envia, o Filho obedece e o Espírito capacita.
CONCLUSÃO
Reiteramos que a Redenção é uma obra trinitária que revela a perfeita unidade e cooperação entre as Pessoas divinas. O Filho, embora sendo Deus, submeteu-se ao Pai e agiu no poder do Espírito. Ao contemplarmos essa harmonia divina, somos convidados a uma resposta de fé genuína em Cristo, submissão voluntária à vontade do Pai, e obediência perseverante à direção do Espírito Santo em nosso viver diário.
REVISANDO O CONTEÚDO
1. De acordo com a lição, o que significa a palavra “santo”?

A palavra “santo” significa separação do pecado e consagração a Deus.

2. Qual é a base de nossa redenção, justificação e santificação?

A santidade de Cristo é a base da nossa redenção, justificação e santificação.

3. O Verbo encarnado escolheu depender do Espírito de Deus que lhe capacitava com o quê?

O Verbo encarnado escolheu depender do Espírito, que lhe concedia sabedoria, poder e direção.

4. Qual é a missão do Espírito, que João explica, conforme Jesus afirmou em João 16.14?

A missão do Espírito é glorificar e exaltar o Filho.

5. Quando nos colocamos nas mãos de Deus, crendo que Ele é poderoso para fazer o impossível, qual é a resposta que Ele espera de nós?

Deus espera de nós fé, arrependimento e obediência.

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